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terça-feira, 6 de outubro de 2026

"Livros que alimentam a alma" na mesa de destaques

Foi hoje alterada a "Mesa dos Destaques" na Biblioteca Escolar da Escola Secundária do Fundão. Desta vez, inspirada no Dia Mundial da Alimentação (16 de outubro), destacamos "livros que alimentam a alma", "livros que alimentam a sabedoria" e livros sobre alimentos. São sugestões para todas as idades.

Não deixem de passar pela biblioteca para se alimentarem convenientemente! 😊










segunda-feira, 28 de outubro de 2024

Dia Mundial da Alimentação 2024 na Biblioteca Escolar da EB1 de Valverde

Aqui está a primeira notícia do ano da "nossa mais nova", a Biblioteca Escolar da EB1 de Valverde. A professora Ana Baptista, dinamizou uma atividade no Dia Mundial da Alimentação e fez-nos chegar algumas imagens. Os alunos indicaram-nos o temas e os objetivos deste dia, para além de nos brindarem com umas quadras extraordinárias sobre a alimentação. Partilhamos, em seguida, o texto que nos enviou a professora Ana.



As atividades na Biblioteca Escolar de Valverde tiveram início no passado dia oito de outubro. 
Durante este ano letivo, pretende dar-se continuidade ao trabalho realizado no ano anterior e alcançar diversos objetivos, entre os quais se destacam, pela sua abrangência e importância, a sensibilização das crianças para a construção de um projeto pessoal de leitor e o incentivo do gosto pela leitura como instrumento de trabalho, de ocupação de tempos livres, contribuindo para o desenvolvimento cultural dos utilizadores.
Foi feita a receção aos alunos com uma explicação sobre os diversos espaços da biblioteca e sobre as regras a respeitar naquele local. Seguidamente, foi distribuído um folheto com informações sobre a importância da leitura na vida das crianças para ser entregue aos pais. Para finalizar, os alunos requisitaram livros para leitura domiciliária.
No dia catorze de outubro realizou-se a primeira sessão com a turma VAL3 e, como estamos perto da data, o tema foi “Dia Mundial da Alimentação”. Para iniciar houve um diálogo com os alunos sobre o significado do dia e das reflexões que ele nos proporciona. Depois, através de uma ”Chuva de Ideias” foram registadas, no quadro, palavras relacionadas com alimentação. Essas palavras e outras deram origem a um poema com quatro quadras que a seguir se transcreve:

DIA MUNDIAL DA ALIMENTAÇÃO

Para termos saúde e força
Temos de saber comer
Na Roda dos Alimentos
Nós vamos aprender.

Para ser equilibrada
De cada grupo vou escolher
Um ou mais alimentos
E da água não me vou esquecer.

Peras, uvas e framboesas
Morangos mirtilos e maçãs
Laranjas, amoras e tomates
Figos, melancias e romãs
Fazem falta gorduras
Frutas e vegetais
Leite, queijo e iogurte
Carne, peixe e cereais.

Para finalizar o poema foi lido em voz alta e depois foi feita uma gravação do mesmo e outra sobre os objetivos do Dia Mundial da Alimentação.
Foi uma manhã produtiva e certamente irá marcar o percurso de formação de leitores atentos, curiosos capazes de refletir e opinar.

[Prof. Ana Cristina Pacheco]

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Na Biblioteca de Valverde todos gostam de fruta!

«Mais uma semana, mais uma atividade na Biblioteca de Valverde. Desta vez, o livro escolhido foi A menina que não gostava de fruta, escrito por Cidália Fernandes e ilustrado por Sandra Serra.

A escolha desta obra esteve relacionada com a comemoração do Dia Mundial da Alimentação e serviu de ponto de partida para falar de alimentação saudável, sobretudo nos benefícios do consumo de fruta.

Antecipando o conteúdo do livro, pela observação da capa, os alunos foram convidados a fazer um registo de todas as frutas de que se conseguiam lembrar. Os resultados foram promissores, uma vez que numa turma houve um registo de vinte e três frutas e noutra turma um registo de trinta e três. Certamente, a fruta já faz parte dos hábitos alimentares diários da maioria dos alunos.

Após a leitura do livro, pela professora, foi feita uma exploração do mesmo, salientando a importância das frutas na nossa alimentação. Foi também feita a comparação entre as frutas conhecidas pelos alunos e as frutas mencionadas no livro.

Esta sessão terminou com um trabalho de pintura e recorte que deu origem a um cartaz e dois pequenos vídeos com frases alusivas ao tema: “A fruta faz bem à saúde!” e “A fruta é saudável, tem muita vitamina e é maravilhosa!”.»

                                                                          [Ana Cristina Pacheco]

quarta-feira, 26 de outubro de 2022

Dia Mundial da Alimentação nas Escolas da Fatela

É sempre um prazer partilharmos atividades tão enriquecedoras como esta. Agradecemos às professoras Ana Cristina e Patrocínia da Escola E.B.1 e Jardim de Infância da Fatela. Vejam o vídeo que preparámos para divulgar a vossa atividade!

sexta-feira, 16 de outubro de 2020

Ainda a propósito do Dia Mundial da Alimentação

 Alimentos coloridos… cuidado, analise o rótulo!

Desde a antiguidade que o homem sente necessidade de conferir cor aos alimentos para os tornar mais apelativos. Aos produtos que não possuem a cor pretendida adicionam-se corantes, cujas propriedades têm mudado ao longo dos tempos. Começou-se pelos corantes naturais, extraídos de plantas, animais e materiais existentes na Natureza, até aos nossos dias, em que a maior parte dos corantes utilizados na indústria alimentícia são sintéticos.

 A cor é, provavelmente, o primeiro critério de escolha de um produto. Não há dúvida de que a cor é uma das características que são avaliadas em primeiro lugar pelos nossos sentidos. Todos já nos deparámos com locais que privilegiam a venda de guloseimas coradas com o intuito de aliciarem as crianças. É fácil encontrar bancas/montras extremamente coloridas que as atraem magneticamente. A maior parte destes produtos, tão consumidos pelos mais jovens, têm adicionados corantes sintéticos, que hoje são produzidos em grande escala por terem um processo de produção fácil e barato. Estes são designados por corantes azo e podem encontrar-se em gomas, bolachas, gelados, gelatinas, pastilhas elásticas, etc.

Se é importante ter em conta os efeitos prejudiciais do açúcar presente nestes alimentos na saúde e comportamento das crianças, não é menos importante focarmo-nos nas consequências da ingestão de alimentos corados artificialmente. Estudos mostram que em crianças com Perturbação de Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA), os sintomas se agravam quando ingerem este tipo de alimentos. Esta situação, por vezes, não é compreendida, quer por pais, quer por professores e educadores, por não conseguirem identificar as causas desta alteração. É mais ou menos consensual que existe uma relação direta entre a ingestão destes corantes e o agravamento dos sintomas de PHDA, justificada com o facto desse consumo levar à diminuição de zinco e de ferro no plasma sanguíneo. Os corantes azo têm a capacidade de formar quelatos, estruturas derivadas da ligação entre moléculas de corante e os iões destes metais, levando, consequentemente, ao aumento da sua excreção através da urina. Estes metais são fundamentais para o normal funcionamento do cérebro e a sua carência conduz ao agravamento de sintomas de desatenção e outros típicos da PHDA.

Tendo em conta os resultados de vários estudos publicados sobre esta temática, a União Europeia decidiu emanar diretivas nas quais são referidos os corantes, e respetivos códigos, permitidos nos géneros alimentícios, tendo passado a ser obrigatória a inclusão na rotulagem de alimentos que os contenham, a menção:
 “Pode causar efeitos negativos na atenção e atividade das crianças”.
 Os corantes em causa são: Amarelo-sol (E110); Amarelo de quinoleína (E104); Carmosina (E122); Vermelho allura (E129); Tartarazina (E102); Ponceau 4R (E124).
[REGULAMENTO (CE) N.o 1333/2008 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO, de 16 de dezembro de 2008 relativo aos aditivos alimentares, Anexo V]
Para além dos efeitos derivados da ingestão dos corantes referidos, existem outros relacionados com substâncias resultantes da sua degradação, que se suspeita serem cancerígenas. Assim, devemos estar sempre atentos aos rótulos das embalagens de alimentos corados e decidir não os consumir, caso contenham estes corantes, são desaconselhados em qualquer idade.

Na realidade, a indústria alimentar produz alimentos maus, mas cada um de nós só come o que quer.

Referências:

https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/87711/1/M_Gabriela%20Antunes.pdf  (15/10/2020)

http://serv-bib.fcfar.unesp.br/seer/index.php/alimentos/article/viewFile/865/744 (15/10/2020)

 

[Maria José Pires]


Recursos - Dia da Alimentação

Para assinalarmos o Dia Mundial da Alimentação preparámos um conjunto de recursos que pretendem incentivar para a redução do consumo de açúcar.

Relembramos que simultaneamente está a decorrer o concurso "NO SUGAR", em que pedimos aos alunos para produzirem um pequeno spot publicitário para a rádio (escrito, mas que poderá ser gravado mais tarde) sobre o tema.

Alargamos o prazo de envio das frases, individualmente, por cada aluno, ou através de um professor/DT, com os slogans de toda a turma, até terça feira, dia 20/10, às 12 horas. 

[PES – Projeto de Promoção e Educação para a Saúde]


Para acederes aos materiais carrega no link abaixo:

https://drive.google.com/file/d/1Wyy9R_-tssj6PgrJbnk4n2sOD-rI0m7I/view?usp=sharing


16 de outubro - Dia Mundial da Alimentação

Comemora-se hoje o Dia Mundial da Alimentação. Para o celebrar, começamos por publicar o texto da nossa aluna Beatriz Fradique, a propósito da alimentação no Paleolítico.


Um dia no Paleolítico

Amanheceu! Os raios de Sol entravam pela gruta. Era hora de levantar. Aguardavam-nos momentos de caça e de pesca…

Pela manhã, comemos os restos de caça do dia anterior. Estava fria e seca. O que eu não dava por um pedaço de carne quente e suculenta. Talvez à noite, à volta da fogueira, comamos todos juntos e saboreemos os frutos da caça e da pesca.

Os homens saíram pela manhã e só regressaram à noite. De arco e flecha às costas e arpão na mão, caminharam horas a fio sem alimento à vista. Estava na hora de partir para uma zona mais rica em alimento e procurar novo abrigo.

Quando regressaram à noitinha, fizemos fogo e cozinhámos pedaços de carne e peixe no espeto. Partilhámos a comida e ficámos juntos à fogueira até adormecermos.

Entretanto, ao longo do dia, nós as mulheres tínhamos recolhido frutos na floresta e tínhamos feito peças de vestuário que todos vestíamos.

Eu sou uma rapariga e começo a acompanhar as mulheres na colheita de frutos no bosque e com uma agulha de osso de veado, coso pedaços de pele para os nossos abrigos e roupas. De vez em quando, brinco com as outras crianças. O meu irmão já acompanha os homens na caça e na pesca.

Observo os membros do grupo e noto que vamos envelhecendo. Alguns ficam doentes e acabam por morrer. Ontem, ao final da tarde, fizemos o enterro de um deles.

Homens, mulheres e crianças vivem juntos e cada um tem o seu pape no grupo.

[Beatriz Castro Fradique, 7.ºA]

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