A estreita relação entre o AEF e o Museu Arqueológico do Fundão concretizou-se, mais uma vez, com a dinamização pela equipa dos seus técnicos Eng.º Pedro Mendonça e Dra. Joana Bizarro, do Ateliê Pedagógico de Arqueologia Experimental “O Quotidiano do Homem na Pré-História”, que decorreu entre os dias 25 e 31 de outubro, destinado a todas as turmas de 5º e 7º ano, na Biblioteca Escolar e ainda do ateliê “Vestígios da Romanização no Concelho do Fundão”, no dia 6 de novembro, destinado às turmas de Línguas e Humanidades de 10º ano.
A vinda do Museu Arqueológico do Fundão à nossa escola contribuiu, mais uma vez, para a promoção do conhecimento, valorização, preservação e divulgação do património concelhio junto de cerca de 220 alunos dos 3 ciclos de ensino.
... e a tradição manteve-se! Por isso, nos dias 13 e 16 de outubro o Museu Arqueológico José Monteiro do Fundão dinamizou na escola o atelier “O QUOTIDIANO DO HOMEM NA PRÉ-HISTÓRIA”, com as turmas A, B, C, E e F do 7.º ano. Mais uma vez, os alunos demonstraram muito interesse pela atividade. Pelo menos, foi o que disse a Professora Ana Brioso, que promoveu e organizou a atividade. E se a Prof.ª Ana Brioso disse, é porque é verdade! 😜
Obrigado, Joana Bizarro e Pedro Mendonça, técnicos do Museu!
Uma vez mais tivemos o Museu Arqueológico Municipal do Fundão no Agrupamento, reforçando a estreita ligação entre as duas instituições que já vem de há alguns anos. O motivo desta aula especial foi a cultura castreja e a romanização no concelho do Fundão e o grupo-alvo foram os alunos de História A, disciplina nuclear nos cursos de Humanidades. A iniciativa foi promovida pela Biblioteca do Agrupamento de Escolas do Fundão, através da Prof.ª Ana Brioso que faz parte da equipa que trabalha com os bibliotecários. Muito agradecemos ao Museu pela sua disponibilidade permanente. Aqui fica o filme dos acontecimentos e alguns comentários dos alunos presentes.
No dia 6 de janeiro, as turmas 10ºLH1 e 10ºLH2 participaram numa atividade com o Museu Arqueológico do Fundão, com a exploração da temática “Da cultura Castreja ao legado da Romanização no Concelho do Fundão”. Esta atividade realizou-se na escola, dando seguimento à visita de estudo realizada ao museu, no passado dia 6 de dezembro. Considero que foi uma iniciativa muito enriquecedora, onde tivemos a oportunidade de aprofundar os nossos conhecimentos e adquirir novos, relativamente a todo o processo complexo da Romanização.
[Joana Mendes – 10ºLH1]
O museu, mais uma vez, aliou-se à escola com o intuito de nos informar e também mostrar um pouco mais acerca do legado romano no nosso concelho. Com a contextualização inicial do diretor do Museu Arqueológico do Fundão, Dr. Pedro Salvado, e a informação posteriormente dada pela arqueóloga Joana Bizarro e o engenheiro Pedro Mendonça, o museu conduziu uma sessão informativa e interativa para os alunos do 10° ano de Línguas e Humanidades e 9º ano INOVA. Tivemos oportunidade de tocar e ver de perto alguns vestígios encontrados nas escavações arqueológicas realizadas no concelho. Para além disso, o Museu ainda nos convidou a participar no programa de escavações a realizar durante o verão, que se afigura como uma oportunidade sem igual e enriquecedora não só para alunos de Humanidades, mas também para todos os voluntários interessados. Resta-nos agora agradecer à professora Ana Brioso, e ao Museu Arqueológico do Fundão, pela agradável sessão.
[Luna Gamanho 10º LH1]
Gostei bastante da atividade e fiquei interessado pelo projeto das escavações, do qual tenciono fazer parte, penso que atividades deste género são muito boas e adequadas ao curso que escolhi.
[David Santos LH1]
Ao participar nesta atividade consegui perceber a fantástica relação entre o Museu e a Comunidade, mostrando-se disponíveis, a ouvir, a ajudar e sobretudo a perceber o rico património arqueológico presente no Fundão. Explicaram o seu trabalho no museu, a arqueologia, que se ampara nas escavações, feitas no exterior, e o trabalho realizado dentro do museu, também de precisão, para analisar as peças e se preciso restaurá-las. Referiram locais de exploração arqueológica da cultura castreja, como a Covilhã Velha, onde haveria estruturas circulares das casas, como a Covilhã Velha, ou o Povoado de São Brás onde encontraram muralhas e fragmentos de cerâmica e a Argemela com duas linhas de muralhas muito bem consolidadas. Já sobre o período romano foram referidas as Quintas da Torre onde em escavações foi descoberto um antigo lagar romano, onde foram encontrados mais de 6 kg de grainhas de uva, um feito internacional evidenciado no Fundão, pois facilita o trabalho dos investigadores, possibilitando conhecer a qualidade do vinho que aqui se produzia. Estou muito agradecido por esta iniciativa, à minha professora e a todos os elementos do museu, que me proporcionaram uma experiência que me vai ajudar para o meu futuro profissional e para poder preservar e observar o património castrejo e romano, como ele merece, para percebermos melhor o nosso passado, para evoluirmos no futuro.