Mostrar mensagens com a etiqueta teatro. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta teatro. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 11 de fevereiro de 2025

Fomos ao teatro ver a Farsa de Inês Pereira!

No dia 29 de janeiro, às 14:30 horas, no anfiteatro da Escola Secundária do Fundão, os alunos de 10.º ano dos cursos regular e profissional assistiram à representação da Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, pela companhia de teatro Etcetera, de Vila Nova de Gaia.

Quem assistiu, divertiu-se imenso com as personagens em cena: Inês, a mãe, Lianor Vaz, os Judeus casamenteiros, Pêro Marques, o Moço, o Escudeiro e o Ermitão. 

Gil Vicente continua atual, com a sua crítica à sociedade!

[Prof. Maria de Jesus Lopes]


Coleção de imagens da peça de teatro, A Farsa de Inês Pereira

segunda-feira, 1 de maio de 2023

Laura, o Anjo. Ainda há lugares para a comunidade educativa!

 O Professor António Pereira, responsável pelo Grupo de Teatro Histérico, do Agrupamento de Escolas do Fundão, informa-nos que ainda há lugares para a comunidade educativa assistir à peça. Aqui estão todas as informações sobre a mesma e os contactos a estabelecer para poder assistir.


Os espetáculos para a comunidade esgotaram, mas ainda há um dia com duas sessões com inscrições abertas. Dia 10 de maio pelas 14:15h e 17h.

Local: Sótão do Agrupamento Escolas Fundão.

Duração aproximada: 45 minutos.

Ficha técnica:

Coordenação: António Pereira 

Seleção e revisão de textos: Teresa Correia

Elenco: Helia Antunes, Luna Gamanho, Margarida Lopes, Margarida Vicente, Nuno Fians e Palmira Ventura.

Técnica de som: Beatriz Rodrigues

Produtora: Luana Morales 

Agradecimentos: Câmara Municipal do Fundão, Carolina Brás, Cidadania, Dinis Pereira. Direção do AE do Fundão, Silvia Santos. Tod@s @s que colaboraram.

A partir de: Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente; As Longas Noites de Caxias, de Ana Cristina Silva; Novas Cartas Portuguesas, de Maria Isabel Barreno, Maria Velho da Costa e Maria Teresa Horta; e Venham à Festa, de Catarina Dionísio Crocker.

O espetáculo partiu do texto Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, para criar intertextualidades com temas relacionados com a liberdade. Deste modo pretendemos falar dessa falta de liberdade, a partir de textos sugeridos pela professora Teresa Correia, que resultaram num novo texto dramático no qual todos os elementos do grupo participaram na sua construção. E nada melhor que o sótão da escola para recriar o ambiente bafiento, castrador e claustrofóbico do antigo regime, em Portugal, antes do 25 de abril. 

Nota: o espetáculo é aconselhado para maiores de 12 anos. O local de apresentação é no sótão da escola e não é aconselhado a pessoas com problemas respiratórios (ou sugere-se o uso de máscara). Recomenda-se calçado de salto raso.

Marcações: Enviar e-mail para: antoniopereira @ esfundao.pt

Lotação limitada a 20 espectadores.

quinta-feira, 27 de outubro de 2022

O céu não lhes responde

A professora de História e elemento da equipa da Biblioteca, Ana Brioso, passou por aqui e contou-nos que levou os alunos de Humanidades ao teatro para assistirem à peça "O céu não lhes responde", pelo grupo de teatro Este - Estação Teatral. Algumas alunas escreveram algumas reflexões sobre o que viram que aqui deixamos aos nossos leitores.

«No dia 24 de outubro a turma LH1 e outras turmas da escola foram convidadas a assistir a uma peça de teatro no auditório da Moagem pela equipa da “Este-Estação Teatral”. Tinha como título “O céu não lhes responde” e tratava de dois importantes temas da atualidade. Um dos temas tinha como inspiração os direitos das mulheres, em países como por exemplo o Paquistão e o outro, retratava os devastadores desastres naturais que acontecem no Bangladesh, devido às alterações climáticas. Saeed e Narine, são os personagens principais deste teatro e são dois refugiados de países distintos, que apenas têm como objetivo encontrarem um local onde consigam ter melhores condições de vida.
Trata-se de uma peça bastante interessante pois trata de questões que estão realmente a acontecer no mundo, às quais muitas pessoas parecem mostrar indiferença, pois esses problemas “não estão a acontecer no nosso país”.
Em Portugal, nomeadamente no Fundão, há cada vez mais pessoas de países e culturas diferentes. Este teatro demonstra que, apesar de todas as diferenças, devemos respeitar e acolher essas pessoas, cuja dura realidade nós desconhecemos.
Considero que esta peça de teatro foi bastante educativa para mim, pelo que deverá ser apresentado a outros jovens para os sensibilizar e informar sobre estas questões.»

[Joana Mendes,  10º LH1]

«Esta peça foi deveras interessante, pois levou-nos a concluir como funciona a vida em países com regimes ditatoriais, através da representação de apenas dois fabulosos atores, Joana Poejo e Samuel Querido, que conseguirem agarrar tão bem o seu papel, ou neste caso, os diversos papéis. A manta, como eles próprios referiram, foi a metáfora desta peça, que foi habilmente usada para diversas circunstâncias e momentos.
Uma das temáticas desta peça, foi a abordagem da vida dura, muito dura, das mulheres, onde não se podem mostrar, têm de andar com o corpo e com o cabelo tapados. O facto de uma mulher casada estar de cabeça descoberta, leva a que seja espancada e até mesmo morta em alguns casos. É também abordada a resistência das mulheres em fortes manifestações, numa vã tentativa de serem ouvidas, mas rapidamente reprimidas. As mulheres, ou até mesmo famílias destes países, muitas das vezes, têm que abandonar tudo e sair à procura de um lugar melhor para viver, com a esperança de um dia regressar.»

[Madalena Infante, 10º LH1]

«Achei a peça muito significativa e com temas bastante abrangentes que infelizmente vêm a acontecer há muitos anos e se mantêm na atualidade. Acho muito importante falarmos destes temas porque de um momento para o outro uma destas realidades pode vir a acontecer no nosso país, como as alterações climáticas, pois tivemos muitas secas este ano e  em várias regiões assistimos à escassez de água. Também acho o assunto dos direitos das mulheres muito importante pois infelizmente atualmente estão a  a ser fortemente ameaçados, como é o exemplo da jovem Masha Amini de 22 anos que morreu por usar incorretamente o hijabe. E estes crimes onde os homens e policias matam mulheres inocentes sem qualquer tipo de punição e sendo ainda considerados heróis, é um pesadelo que ninguém gostaria de viver. Mas devido a isso as mulheres já estão a começar a levantar a voz e a negarem usar o hijabe e até já há crianças a ir à escola sem o mesmo. Mas infelizmente foi preciso a morte de uma mulher injustiçada para estas manifestações se tornarem uma preciosa iniciativa.»

[Mariana Cunha, 10º LH1]

Cartaz
Fonte: Cartaz da peça "O céu não lhes responde",  ESTE - Estação Teatral

 

sábado, 27 de março de 2021

Dia Mundial do Teatro

 Comemora-se hoje o Dia Mundial do Teatro. Para o comemorar publicamos um vídeo realizado pelo Grupo de Teatro Histérico, do Agrupamento de Escolas do Fundão, em parceria com a Câmara Municipal do Fundão. Aproveitamos para divulgar outro filme onde vos mostramos uma parte do magnífico trabalho realizado, em tempos de confinamento, pelo Grupo de Teatro Histérico no âmbito da Escola Amiga dos Direitos Humanos, que também somos: Déjeuner sur L'herbe... (com alguém a afogar-se). Obrigado, António Pereira, obrigado e parabéns pelo trabalho, alunos do Grupo de Teatro Histérico.


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Peça de teatro "Há Beira na Revolta"

     










     A companhia de teatro Este apresentou, na Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade, a peça “Há Beira na Revolta”.


     Nem todos os alunos tiveram a sorte de assistir, mas os que foram puderam interagir com os atores Roberto Querido e Tiago Poiares, escolhendo o momento em que uma história saía do seu gigante baú e escolhendo os papéis que cada um representava. Na sessão a que assistimos, “Tartufo”, “A Tomada do Carvalhal” e “”Zé Manteigas” foram as histórias representadas magnificamente pelos dois atores.

sexta-feira, 27 de março de 2015

DIA MUNDIAL DO TEATRO


Celebra-se hoje o dia mundial do teatro.

Por todo o país se assinala a data com diversos espetáculos.

Nós aconselhamos uma leitura. Poderá optar por estilos diferentes:

mais clássico, o atual texto do Auto da barca do inferno ou, em inglês, Hamlet;

mais moderno, um texto de Almada Negreiros, ou do francês Jean-Paul -Sartre.



O teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana.”, Frederico García Lorca.

Mensagens populares

Mensagem em destaque

Um Arco-Íris de Histórias e Ciência na Biblioteca Escolar de Valverde

 Quando a magia dos livros se cruza com a ciência do quotidiano, o resultado é um dia inesquecível para os nossos alunos. Foi precisamente o...