No dia 21 de setembro, celebrou-se o Dia Internacional da Paz, uma data que nos convida a refletir sobre o valor da harmonia, do respeito e da empatia no mundo em que vivemos.
Para assinalar este momento, os alunos da turma JF3A deram voz ao poema “Rua da Paz”, da autoria da professora Sónia Rodrigues, publicado no Projeto TRIX da Areal Editores. A leitura foi feita com entusiasmo e emoção, mostrando que a paz também se constrói com palavras ditas com o coração.
O resultado permitiu a edição de um pequeno filme de leituras em voz alta que partilha a mensagem de que todos podemos contribuir para um mundo mais pacífico, começando pela nossa escola, pela nossa rua e pelas nossas ações diárias.
Vejam o filme e deixem-se inspirar por estas vozes que semeiam paz, amizade e esperança.
O Agrupamento de Escolas do Fundão prepara-se para acolher,
a partir de amanhã, uma exposição da artista ucraniana Nina Gordeeva, um evento
carregado de significado no atual contexto de guerra na Ucrânia. Nina, uma
refugiada de 61 anos, trouxe consigo não apenas a sua arte, mas também uma
mensagem poderosa de resiliência e esperança. Esta exposição não é apenas uma oportunidade para apreciar a
arte; é um gesto de solidariedade e um convite à reflexão sobre os horrores da
guerra e a importância da paz. Num momento em que as cidades e aldeias
ucranianas são bombardeadas, esta exposição representa um elo entre a
importância que sempre concedemos à multiculturalidade e a realidade brutal que
muitas pessoas, como a Nina, enfrentam. Convidamos toda a comunidade educativa a vir descobrir a
beleza e a força na arte de Nina Gordeeva e partilhar desta celebração de vida
e esperança. Através da arte, podemos
encontrar inspiração para cuidar melhor uns dos outros e do mundo ao nosso
redor.
A exposição estará patente no átrio principal do AEF, junto à sala dos
professores, nos dias 26, 27 e 28 de junho. Deixamos aqui a apresentação da Nina Gordeeva, enviada pela
própria.
Olá a todos! O meu nome é Nina Gordeeva e tenho 61 anos. Sou refugiada da Ucrânia porque a Rússia está a bombardear as nossas cidades e aldeias.
Sou pensionista, incapacitada após uma complexa operação oncológica. Agora, cada dia de vida é um presente caro para mim.
Nasci e cresci na Ucrânia, numa pequena cidade mineira. Desde criança que adoro música, canto, dança, poesia, teatro e vários tipos de artes e ofícios. Aprendi a desenhar através de livros e de programas de televisão. Depois terminei o ensino médio e estudei na faculdade. As minhas primeiras atividades foram na organização de “shows”, de festivais municipais e até líder de um grupo de teatro amador infantil. Porém, a maior parte da minha atividade profissional foi dedicada ao “design” gráfico. Houve um período em que trabalhei numa escola como professora de artes e na promoção de um ateliê de artes plásticas.
Não me considero uma artista notável. Estou apenas interessada em viver a vida. Gosto de comunicar com as pessoas, aprender e desenvolver competências. A vida é bela e surpreendente em toda a sua diversidade de formas, cores sons, aromas, etc… Deus cercou o Homem com uma beleza incrível! A natureza dá-nos força, cura, acalma, encanta e inspira. É muito importante cuidar de tudo isso! Devemos valorizar a nossa vida e a vida das pessoas ao nosso redor, é muito importante ter amor no coração!
Estou grata ao Povo de Portugal pela sua compaixão em ajudar a UCRÂNIA! A guerra é um horror que precisa de ser travada urgentemente! Por quê arruinar a vida? Afinal, a vida é maravilhosa! Desejo a todos muita paz, saúde e felicidade!
Na semana passada, no âmbito do MIBE 2022 (Mês Internacional das Bibliotecas Escolares) - subordinado ao tema "Ler para a Paz e a Harmonia Globais - os alunos da EB1 de Capinha ouviram, dos professores bibliotecários, a leitura de uma história sobre a guerra, mas também sobre a Paz. Tratou-se do livro "O Destino de Fausto", de Olivier Jeffers. A história fala-nos do Fausto, uma personagem horrível que quer tudo só para si e pensa que é o dono do mundo: das flores, dos animais, das florestas e dos lagos e até do próprio mar. Como todos os que acham que tudo lhes pertence, acabou afogado no mar, que julgava seu. Depois disso, os alunos quiseram ilustrar esta história e enviaram-nos os seguintes desenhos que decidimos publicar.
Obrigados alunos e Professor Sérgio pelo empenho e partilha do vosso trabalho.
Extraordinária atividade realizada ontem na Biblioteca! No âmbito do tema para este ano do MIBE (Mês Internacional das Bibliotecas Escolares), "Ler para a Paz e a Harmonia Globais", realizou-se a conferência “Ler para a Paz e a Harmonia Globais – Como trabalhar a paz em tempo de Guerra?" dinamizada pela Prof.ª Dr.ª Liliana Reis. A Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas do Fundão, congratula-se com esta iniciativa, organizada pelos elementos da nossa Equipa, Profª Ana Brioso e Prof.ª Regina Costa, dada a pertinência e atualidade dos assuntos abordados. Por outro lado, a excelência das palavras da Prof.ª Liliana Reis, foi capaz de prender a atenção para o problema da Paz no mundo, quer dos alunos do 7º ano presentes (7ºE), quer dos alunos de Humanidades do Ensino Secundário. Os alunos do 7º ano apresentaram uma dramatização orientada pela Prof.ª Regina Costa, a partir da leitura do livro "O Muro no Meio do Livro". Para os alunos do Secundário, a atividade foi particularmente importante uma vez que aborda conteúdos lecionados nos currículos, pelo que o nosso agradecimento a todos os envolvidos na iniciativa é a dobrar. Obrigado à Prof.ª Liliana Reis por, de novo, ter colaborado de forma tão direta e disponível com a Biblioteca, obrigado aos alunos pelas fotografias, filme e reflexões que nos enviaram e que aqui publicamos. 💙💛
«No dia 27 de outubro, a turma do 10ºLH1 foi convidada a participar na atividade “Ler para a Paz e a Harmonia Globais” – Como trabalhar a paz em tempo de Guerra? na biblioteca da escola, juntamente com a turma E do 7º ano. Para iniciar a mesma, os alunos do 7º ano realizaram uma breve representação do livro “O muro no meio do livro”. Este, apresenta uma moral muito interessante, dando-nos uma perspetiva sobre os julgamentos e medos da diferença. Seguidamente, a Professora Liliana Reis, explicou-nos que nem sempre esse “muro” esconde coisas más por trás dele e que não devemos julgar nem ter medo do que é diferente. Relacionou o tema do livro com várias questões de grande relevância do quotidiano, como por exemplo a importância da paz nas nossas vidas e as inúmeras consequências presentes na falta dela. Com tudo o que tem acontecido entre países como a Rússia e a Ucrânia, é necessário estarmos informados e cientes do quão importante é termos paz. Considero que esta atividade nos enriqueceu bastante, pois nos torna pessoas mais informadas, responsáveis e humanas.»
[Joana Mendes, 10ºLH1]
«Eu achei este assunto bastante apelativo pois a paz faz parte de nós. Para termos uma vida feliz temos de ter paz, mas infelizmente estamos num mundo onde a paz nunca é duradoura. Assistimos à guerra da Rússia contra a Ucrânia que cada vez está a agravar-se mais. Mas a paz não começa quando a guerra terminar. Não há paz quando há violência física e psicológica, pois quando insultamos alguém de uma cor diferente, de um país diferente ou por uma pessoa não ter o aspeto ideal que a sociedade define, trata-se de uma forma de guerra diária que gera bulliyng, humilhações e medo. Lidar com problemas como a violência doméstica é não estar em paz em casa. Há pessoas que nem em casa nem fora de casa têm paz! Estar em paz é aceitarmo-nos como somos sem tentar mudar pelo que os outros dizem, é sentirmo-nos confortáveis e seguros quando saímos de casa, é ter orgulho em nós próprios!» [Mariana Cunha, 10º LH1]
«Gostei muito, principalmente do debate, em especial na reflexão sobre o que nós somos e o que nós temos, que são coisas completamente diferentes, não é aquilo que nós temos que nos vai fazer ser melhores pessoas. Ser amigos uns dos outros, ajudar quando alguém precisa, por exemplo, é isto que nos faz ser melhores pessoas.» [Madalena Infante, 11ºLH1]
«Queria agradecer à Professora por nos conseguir envolver numa atividade como esta pois penso que foi bastante útil não só para a aprendizagem em si mas também para nos despertar para vida fora dos muros da escola, nomeadamente na importância da diplomacia nas relações internacionais como ferramenta para a paz.» [David Santos, 10ºLH1]
Mais uma vez a nossa biblioteca celebra o Mês Internacional das Bibliotecas Escolares. O tema deste ano é "Ler para a Paz e Harmonia Globais".
À semelhança de anos anteriores, os professores bibliotecários deslocar-se-ão às escolas de 1º ciclo e pré-escolar com "uma mala de histórias" para contar a propósito do tema.
Também na biblioteca da Escola Secundária decorrerá uma atividade, no Dia das Bibliotecas Escolares, Como trabalhar a paz em tempo de
Guerra? Com a professora Dra. Liliana Reis, organizada pela docente da equipa da biblioteca, Ana Brioso, com a participação do 10LH1 e com a participação da turma E do 7º ano, da docente Regina Costa, também docente da equipa da biblioteca.
Para além disso, tens muitos livros sobre o tema na tua biblioteca! Porque...a Paz e a Harmonia Globais são essenciais!
Le 11 novembre, les français commémorent l´Armistice de 1918, fin de la première grande guerre en Europe dans laquelle de nombreux soldats français et portugais sont morts.
Aujourd’hui, la guerre est différente.
J’aimerais, je le souhaite en tout cas, que la société, en général, redécouvre l´importance de rendre hommage aux héros anonymes.
Film à voir ou revoir: “Soldado Milhões”, réalisé par Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão
da Costa.
[No dia 11 de novembro, o povo francês comemora o armistício de 1918, fim da primeira grande guerra na Europa, em que muito soldados franceses e portugueses perderam a vida.
A guerra, hoje, é diferente!
Votos de que a sociedade volte a descobrir a importância de honrar os heróis anónimos!
Recomendo o filme “Soldado Milhões”, realizado por Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão
da Costa.]
Texto e Tradução de | Texte et traduction par | Rosa Antunes