terça-feira, 2 de junho de 2026
Acaba de sair o último número da «Con.estóri@s»!
terça-feira, 4 de fevereiro de 2025
Participa neste desafio e comenta um livro da Biblioteca Escolar!
Gostas de ler ou nem por isso? Consegues ler um livro, mesmo que seja só de vez em quando?
Então, a tua Biblioteca Escolar tem um desafio para ti:
Envia-nos um comentário com a tua opinião sobre um livro, da nossa biblioteca, que já tenhas lido.
Achas que consegues lidar com este pedido? Ficamos à espera da tua participação!
As primeiras, mais criativas e melhores opiniões e/ou apreciações críticas que enviarem, receberão um Certificado de "Crítico Literário do Mês" e uma pequena lembrança. As críticas serão ainda publicadas aqui, no Blogue e nas redes sociais das Bibliotecas!
Vamos lá? Aguentarás a pressão exigida a um crítico literário?
Envia as tuas críticas literárias para o email dos professores bibliotecários em: bibliotecas@esfundao.pt
sábado, 17 de dezembro de 2022
Opinião sobre o filme "Como Estrelas na Terra", por Maria Ribeiro do 9A
Partilhamos a opinião de uma aluna sobre o filme "Como Estrelas na Terra" (partilha da docente Rosa Antunes).
O meu texto de opinião tem como tema o filme visto no
anfiteatro do Agrupamento de Escolas do Fundão, pelas turmas do 9ºA, 9ºD e 9ºE,
no dia 12 de dezembro de 2022, no âmbito do Projeto “Sou como sou - Autoestima
em meio escolar” (responsável professora Rosa Antunes).
O filme retrata a vida de Ishaan, uma criança que é
colocada numa escola particular após repetir várias vezes de ano. Nessa escola,
sofre bullying e é humilhado pelo professor de EV por não conseguir ler ou
escrever. Esse mesmo professor acaba por mudar de escola, sendo substituído por
Nikumbh, que é o oposto do seu antecessor, sendo que os seus métodos de ensino
são mais atrativos para os alunos, entre os quais a música e atividades que
promovem a criatividade das crianças. Este novo professor trabalhava numa outra
escola para crianças com distúrbios mentais, logo chegando à conclusão de que
Ishaan tinha dislexia. O resto da história desenvolve-se no percurso que Ishaan
percorreu para conseguir ler e escrever com a ajuda do professor, sendo que no
final ambos ganham uma competição de desenho para a capa do anuário da escola.
O filme em si é interessante, principalmente na
maneira como conseguem representar como é viver com dislexia ou viver com
alguém disléxico. A maneira como ele se conseguiu “soltar” lentamente e voltar
a fazer o que ele gostava surpreendeu-me, pois ele tinha desistido
completamente de fazer o que gostava pelas humilhações que sofria e foi preciso
um longo e complicado trabalho, tanto do professor como dele, para ele voltar a
fazer o que gostava.
Também persistiu a questão de não haver preparação a
nível escolar para lidar com este tipo de situações, o facto de uma criança
deixar de fazer o que gostava e não conseguir estar ao nível dos seus colegas é
algo preocupante. No caso de Ishaan, agravou-se por causa do ambiente escolar a
que ele estava exposto - ele estava a ser constantemente humilhado por algo que
não consegue controlar.
Na minha opinião, este tipo de situação (que
infelizmente é o dia a dia de várias crianças) pode e deve ser evitada. É um
dever de qualquer um reparar nos sinais e relatar este tipo de casos,
principalmente quando se trata de crianças, por serem casos mais complicados,
pois as crianças não costumam perceber a gravidade da situação a que estão
sujeitas e episódios como os que Ishaan passou na escola podem ser traumáticos.
Achei que para além de ser uma maneira de nos mostrar
outra realidade, serviu também para nos educar acerca da dislexia ou outros
problemas, tal como mostra que nós não somos limitados pelos problemas que
aparecem ao longo da vida, pelo contrário, não devemos deixar os nossos
problemas definir-nos como pessoas ou as nossas capacidades.
É um filme necessário, não esquecendo a excelente atuação e composição. Recomendo a ver e espero ter oportunidade de ver mais filmes como este.
[Maria Ribeiro n°13 9.ºA]
quarta-feira, 9 de novembro de 2022
Saramago na perspetiva de Marta Lopes, do 9ºA
«Eu, Marta Lopes, para um trabalho de português,
vou falar de José Saramago, um
escritor português que nada tinha de burguês.
Nasceu a 16
de novembro de 1922, mas dizem que houve engano,
na Azinhaga do Ribatejo, sendo assim Ribatejano.
Foi pequenino viver para a
capital;
Mas, devido a dificuldades económicas, não pôde frequentar a Universidade,
tirou um curso profissional.
O seu primeiro emprego foi
serralheiro mecânico.
Desde pequeno, pelos livros fascinado,
quando podia, visitava à noite a Biblioteca Municipal Central,
onde, quase até de manhã, permanecia acordado.
Sendo que essa curiosidade perante o Mundo sempre o
acompanhou,
até ao dia 18 de junho de 2010, em Lanzarote, quando os
lhos fechou.
A sua carreira literária foi extensa e inspiradora.
Aos 25 anos, publicou o seu primeiro romance, cujo título inicial era “A Viúva”,
mas que ficou “Terra do Pecado” por opção da editora.
Foi diretor literário, tradutor e jornalista.
Colaborou com vários jornais e revistas, entre eles,
o
Diário de Lisboa, A Capital e Seara Nova, onde exerceu a função de cronista.
O seu percurso literário passou por várias fases; POESIA,
TEATRO e FICÇÃO
E foi em 1980 que se consagrou como romancista com o Prémio Cidade de Lisboa,
com o livro que se tornou Best-seller internacional
“Levantando do Chão”.
Dos muitos prémios recebidos, destaco os dois mais
importantes:
“Prémio Camões” em 1995, distinção
máxima oferecida aos escritores de língua portuguesa,
e
“Nobel de Literatura” em 1998, nunca por um escritor de língua portuguesa recebido antes.
Sobre a obra O Conto da Ilha Desconhecida esta é a minha
opinião:
Leitura nem sempre fácil de perceber, pois utilizou a
ilha como metáfora para a falta de convicção que temos na mudança e no medo
pelo desconhecido.
Faz-nos pensar quem somos e o que queremos
Esta obra diz-nos que a vida inteira é uma
aprendizagem e que o limite somos nós que o fazemos
Porque as vezes é mais fácil dizer-se que é impossível
e simplesmente … desistir.
"Quero encontrar a ilha desconhecida, quero saber quem sou quando nela estiver. "»
quarta-feira, 18 de novembro de 2020
A Visita de Raquel Ochoa na perspetiva dos nossos alunos
Na passada quinta-feira reunimo-nos online
com a escritora Raquel Ochoa, que venceu o prémio Agustina Bessa-Luís em 2009.
Ela viaja desde os seus 16 anos e relata algumas das suas viagens nas suas
obras como O Vento dos Outros e Sem Fim à vista – A Viagem”.
Pessoalmente, gostei muito deste encontro com a escritora, porque foi uma
conversa leve, em que nos contou algumas das situações que ocorreram durante as
suas viagens, de forma bastante expressiva. Levou-nos a visualizar os países e,
efetivamente, cativou-nos para um dia mais tarde fazermos viagens aventureiras
como as que ela realizou. Para além disso, motivou-nos para a escrita ao fazer
parecer que escrever pode ser realmente aprazível e que, apesar de ser
trabalhoso, acaba por ser gratificante ver as nossas ideias expressas no papel
e apreciadas por outras pessoas.
Foi uma sessão agradável e espero poder repetir!
[Ana Teixeira,
11º CSELH]
O encontro
com a escritora Raquel Ochoa, na minha opinião, foi muito interessante, pois
ela não só nos contou um pouco sobre os seus livros e o seu processo de
escrita, como também nos contou episódios engraçados que ela passou durante as
suas viagens. Para além disso, ela demonstrou-se muito carismática e divertida
e deu-me vontade de ler mais dos seus livros e até escrever textos para mim
própria.
[Mafalda Adão, 11º CSELH]
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Apreciação crítica do filme "Nunca Digas nunca"
segunda-feira, 28 de maio de 2018
Apreciação crítica do filme "Uma Canção para Ti"
Na minha opinião, este filme retrata como devemos levar a vida quando sabemos que temos uma doença terminal irreversível, pois a alegria de Marion permaneceu sempre em todo o filme. Mesmo quando os outros se abalam, por vezes, quem está na pior situação é quem mais mantém a felicidade.
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