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terça-feira, 2 de junho de 2026

Acaba de sair o último número da «Con.estóri@s»!

Já se encontra disponível o quarto número da revista Con.estori@s. Sob o tema aglutinador «A Terra que Pede Voz: O papel dos cidadãos na defesa do ambiente», esta edição de maio/junho de 2026 convida à reflexão profunda sobre os prementes desafios ecológicos da atualidade e o exercício de uma cidadania ativa e consciente.

O conteúdo desta edição carateriza-se pela diversidade e pertinência dos temas abordados pelos estudantes. O editorial assinala a urgência de substituir uma lógica de dominação ambiental por uma lógica de coexistência guiada pela responsabilidade e pela justiça. Ao longo das páginas, são analisados assuntos de grande impacto regional e global, tais como as potencialidades e os riscos dos projetos de energia solar na Beira Baixa, a gestão florestal e o impacto dos incêndios rurais na região e a problemática dos refugiados climáticos. Destaca-se ainda a inclusão de um questionário ambiental aplicado à comunidade escolar e uma reflexão histórica sobre a soberania energética e a prevenção de catástrofes.

Pela primeira vez na história da revista, o volume de artigos inclui textos inteiramente redigidos por alunos do 3.º ciclo, que se juntam aos estudantes do ensino secundário na formulação de opiniões fundamentadas. Regista-se, com particular louvor, a inclusão do texto «Ser Cidadão: O superpoder que temos» distinguido com uma menção honrosa no Concurso «Escrever é Viver». A composição gráfica da revista conta ainda com ilustrações adaptadas por ferramentas de inteligência artificial, demonstrando a articulação das tecnologias com a produção artística e textual escolar.

A leitura integral pode ser efetuada aqui e nas restantes plataformas digitais da Biblioteca.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Participa neste desafio e comenta um livro da Biblioteca Escolar!

Gostas de ler ou nem por isso? Consegues ler um livro, mesmo que seja só de vez em quando?

Então, a tua Biblioteca Escolar tem um desafio para ti:

Envia-nos um comentário com a tua opinião sobre um livro, da nossa biblioteca, que já tenhas lido.

Achas que consegues lidar com este pedido? Ficamos à espera da tua participação!

As primeiras, mais criativas e melhores opiniões e/ou apreciações críticas que enviarem, receberão um Certificado de "Crítico Literário do Mês" e uma pequena lembrança. As críticas serão ainda publicadas aqui, no Blogue e nas redes sociais das Bibliotecas!

Vamos lá? Aguentarás a pressão exigida a um crítico literário?

Envia as tuas críticas literárias para o email dos professores bibliotecários em: bibliotecas@esfundao.pt

Apreciações críticas de livros

sábado, 17 de dezembro de 2022

Opinião sobre o filme "Como Estrelas na Terra", por Maria Ribeiro do 9A

Partilhamos a opinião de uma aluna sobre o filme "Como Estrelas na Terra" (partilha da docente Rosa Antunes).


                                                                                                       (imagem dehttp://mary-xanxere.blogspot.com/2018/08/filme-como-estrelas-na-terra.html)

O meu texto de opinião tem como tema o filme visto no anfiteatro do Agrupamento de Escolas do Fundão, pelas turmas do 9ºA, 9ºD e 9ºE, no dia 12 de dezembro de 2022, no âmbito do Projeto “Sou como sou - Autoestima em meio escolar” (responsável professora Rosa Antunes).

O filme retrata a vida de Ishaan, uma criança que é colocada numa escola particular após repetir várias vezes de ano. Nessa escola, sofre bullying e é humilhado pelo professor de EV por não conseguir ler ou escrever. Esse mesmo professor acaba por mudar de escola, sendo substituído por Nikumbh, que é o oposto do seu antecessor, sendo que os seus métodos de ensino são mais atrativos para os alunos, entre os quais a música e atividades que promovem a criatividade das crianças. Este novo professor trabalhava numa outra escola para crianças com distúrbios mentais, logo chegando à conclusão de que Ishaan tinha dislexia. O resto da história desenvolve-se no percurso que Ishaan percorreu para conseguir ler e escrever com a ajuda do professor, sendo que no final ambos ganham uma competição de desenho para a capa do anuário da escola.

O filme em si é interessante, principalmente na maneira como conseguem representar como é viver com dislexia ou viver com alguém disléxico. A maneira como ele se conseguiu “soltar” lentamente e voltar a fazer o que ele gostava surpreendeu-me, pois ele tinha desistido completamente de fazer o que gostava pelas humilhações que sofria e foi preciso um longo e complicado trabalho, tanto do professor como dele, para ele voltar a fazer o que gostava.

Também persistiu a questão de não haver preparação a nível escolar para lidar com este tipo de situações, o facto de uma criança deixar de fazer o que gostava e não conseguir estar ao nível dos seus colegas é algo preocupante. No caso de Ishaan, agravou-se por causa do ambiente escolar a que ele estava exposto - ele estava a ser constantemente humilhado por algo que não consegue controlar.

Na minha opinião, este tipo de situação (que infelizmente é o dia a dia de várias crianças) pode e deve ser evitada. É um dever de qualquer um reparar nos sinais e relatar este tipo de casos, principalmente quando se trata de crianças, por serem casos mais complicados, pois as crianças não costumam perceber a gravidade da situação a que estão sujeitas e episódios como os que Ishaan passou na escola podem ser traumáticos.

Achei que para além de ser uma maneira de nos mostrar outra realidade, serviu também para nos educar acerca da dislexia ou outros problemas, tal como mostra que nós não somos limitados pelos problemas que aparecem ao longo da vida, pelo contrário, não devemos deixar os nossos problemas definir-nos como pessoas ou as nossas capacidades.

É um filme necessário, não esquecendo a excelente atuação e composição. Recomendo a ver e espero ter oportunidade de ver mais filmes como este.

                                                                                   [Maria Ribeiro   n°13   9.ºA]

quarta-feira, 9 de novembro de 2022

Saramago na perspetiva de Marta Lopes, do 9ºA

Não poderíamos deixar de partilhar este texto escrito pela aluna Marta Lopes, do 9ºA e gentilmente enviado pela docente Rosa Antunes, especialmente num momento em que se celebra o Centenário do nascimento deste escritor.

«Eu, Marta Lopes, para um trabalho de português,

vou falar de José Saramago, um escritor português que nada tinha de burguês.

Nasceu a 16 de novembro de 1922, mas dizem que houve engano,

na Azinhaga do Ribatejo, sendo assim Ribatejano.

Foi pequenino viver para a capital;

Mas, devido a dificuldades económicas, não pôde frequentar a Universidade, 

tirou um curso profissional.

O seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico.

Desde pequeno, pelos livros fascinado,

quando podia, visitava à noite a Biblioteca Municipal Central,

onde, quase até de manhã, permanecia acordado.

Sendo que essa curiosidade perante o Mundo sempre o acompanhou,

até ao dia 18 de junho de 2010, em Lanzarote, quando os lhos fechou.

A sua carreira literária foi extensa e inspiradora.

Aos 25 anos, publicou o seu primeiro romance, cujo título inicial era “A Viúva”,

mas que ficou “Terra do Pecado” por opção da editora.

Foi diretor literário, tradutor e jornalista.

Colaborou com vários jornais e revistas, entre eles, 

o Diário de Lisboa, A CapitalSeara Nova, onde exerceu a função de cronista.

O seu percurso literário passou por várias fases; POESIA, TEATRO e FICÇÃO

E foi em 1980 que se consagrou como romancista com o Prémio Cidade de Lisboa,

com o livro que se tornou Best-seller internacional “Levantando do Chão”.

Dos muitos prémios recebidos, destaco os dois mais importantes:

Prémio Camões” em 1995, distinção máxima oferecida aos escritores de língua portuguesa,

e

Nobel de Literatura” em 1998, nunca por um escritor de língua portuguesa recebido antes.

Sobre a obra O Conto da Ilha Desconhecida esta é a minha opinião:

Leitura nem sempre fácil de perceber, pois utilizou a ilha como metáfora para a falta de convicção que temos na mudança e no medo pelo desconhecido.

Faz-nos pensar quem somos e o que queremos 

Esta obra diz-nos que a vida inteira é uma aprendizagem e que o limite somos nós que o fazemos

Porque as vezes é mais fácil dizer-se que é impossível e simplesmente … desistir.

 “…Que é necessário sair da ilha para ver a ilha, que não nos vemos se não saímos de nós…”

"Quero encontrar a ilha desconhecida, quero saber quem sou quando nela estiver. "»

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

A Visita de Raquel Ochoa na perspetiva dos nossos alunos



Na passada quinta-feira reunimo-nos online com a escritora Raquel Ochoa, que venceu o prémio Agustina Bessa-Luís em 2009. Ela viaja desde os seus 16 anos e relata algumas das suas viagens nas suas obras como O Vento dos Outros e Sem Fim à vista – A Viagem”.

Pessoalmente, gostei muito deste encontro com a escritora, porque foi uma conversa leve, em que nos contou algumas das situações que ocorreram durante as suas viagens, de forma bastante expressiva. Levou-nos a visualizar os países e, efetivamente, cativou-nos para um dia mais tarde fazermos viagens aventureiras como as que ela realizou. Para além disso, motivou-nos para a escrita ao fazer parecer que escrever pode ser realmente aprazível e que, apesar de ser trabalhoso, acaba por ser gratificante ver as nossas ideias expressas no papel e apreciadas por outras pessoas.

Foi uma sessão agradável e espero poder repetir!

                                                                                              [Ana Teixeira, 11º CSELH]

              

O encontro com a escritora Raquel Ochoa, na minha opinião, foi muito interessante, pois ela não só nos contou um pouco sobre os seus livros e o seu processo de escrita, como também nos contou episódios engraçados que ela passou durante as suas viagens. Para além disso, ela demonstrou-se muito carismática e divertida e deu-me vontade de ler mais dos seus livros e até escrever textos para mim própria.

                                                                                               [Mafalda Adão, 11º CSELH]

 

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Apreciação crítica do filme "Nunca Digas nunca"

Os alunos envolvidos no projeto "EnvelhoSer LivroMente" têm refletido criticamente sobre os filmes que têm vindo a visionar no âmbito do projeto. Deixamos aqui algumas das reflexões de alunos do curso Técnico Auxiliar de Saúde (TAS 17) a propósito do filme


     Nunca Digas Nunca


Maria Dias:

     Com o filme “Nunca Digas Nunca”, podemos concluir várias coisas, concluímos que o amor não escolhe idades e verificamos que até o coração mais duro se pode tornar mais sentimental e meigo.
     Conseguimos observar que, apesar de sermos “velhos”, teremos sempre sentimentos e uma capacidade de nos mudarmos a nós próprios e face àquilo que nos rodeia, basta querer.

Núria Maia:

     Neste filme, podemos ver uma história triste mas feliz ao mesmo tempo. O Sr. Oren tinha um coração de gelo e, quando apareceram a sua neta e aquela senhora na sua vida, parece que o gelo derreteu por completo.

     Começou a mostrar a pessoa que realmente era e o que sentia! “Nem tudo o que parece é”, como este filme também comprovou.
     O senhor que parecia uma pessoa sem sentimentos, conseguiu ser uma pessoa tão boa e ajudar quem mais amava, e não desistiu do que mais queria.
     Gostei muito do filme.

Rúben Mendes Figueira:

     Eu gostei do filme, porque retrata muitos assuntos que as pessoas pensam, como por exemplo: o facto de os idosos não “prestarem”. O filme fala sobre o oposto disso, pois mostra um senhor e uma senhora que ainda conseguem exercer o seu trabalho impecavelmente, ou até ainda melhor que os outros.


     E quando uma idade mais avançada chega, diz-se que é impossível voltar a amar, no entanto, a neta do agente imobiliário que, no princípio, é negada pelo avô, acaba por trazer vida à casa.
     O avô e a Senhora que vive ao lado acabam por gostar um do outro e mostram que nada é impossível …

Joana Geraldes:

     O filme chamado “Nunca digas Nunca” transmitiu- me muitas lições de moral,  como, por exemplo, que nunca devemos desprezar alguém da nossa família que é muito importante. Também deu para entender que, muitas das vezes, temos de nos desfazer das coisas que mais gostamos para atingir os fins.


     Existem muitos obstáculos nas nossas vidas mas, se quisermos, podemos atingi-los com toda a nossa força. Porque não existem pessoas menos fortes nem mais fracas, somos todos capazes e não nos devemos revoltar com as pessoas que só querem o nosso bem, porque depois, no futuro, arrependemo-nos. Este filme tem uma lição de vida muito boa.
     Aconselho a quem ainda não teve oportunidade de ver o filme que veja!

Sofia Bento:

     Neste filme senti: alegria, raiva e tristeza ao longo do filme.
     O filme mostra-nos que o comportamento das pessoas muda ao longo da vida e este é fruto das suas vivências.
     E quanto ao amor pode surgir em qualquer idade…mesmo depois da perda de entes queridos, onde se pensa que nunca se voltará a amar.

Natércia Afonso:

     Achei o filme interessante, pois mostra o valor do amor, da alegria e da união.


    Nunca devemos dizer nunca, pois a vida pode mudar de um momento para o outro e trocar-nos as “voltas”.
    E ensina-nos que uma pessoa fria pode tornar-se numa pessoa meiga, com o tempo e nas mais variadas situações.

Sofia Alexandre:

     O filme demonstrou que não devemos julgar as pessoas, pois desconhecemos o seu passado e o que as leva agir de maneira fria perante a vida.
     Outro ponto importante que foi focado no filme foi a “velhice”, não sendo esta que impede a paixão ou a capacidade de amar alguém…
     Gostei do filme e aconselho o seu visionamento pelas ilações retiradas do mesmo.

Érica Antunes:

      “Nunca digas nunca”, um título que me fez refletir, que prendeu desde o início a minha atenção.
     Ao longo deste filme, damos conta das transformações que “Oren”, um homem já na terceira idade, tem de passar: a chegada da neta, a ida do filho para a prisão, o despertar de uma nova paixão e a prestação de ajuda num parto.
     Todas estas mudanças vão contribuir para que “Oren” se transforme num ser humano de cheio de afetos e mais feliz.

Marco Marques:

     O filme “Nunca digas nunca” retrata a evolução de comportamento num homem de terceira idade. No início, este tinha atitudes de um ser humano frio, antipático e arrogante.


     Ao longo do filme, podemos ver as alterações positivas provocadas por diversas situações no protagonista do filme.
     Com tudo isto, o filme marcou-me: devemos valorizar as pessoas porque todas elas têm um ”lado bom” que se encontra oculto, por vezes.

segunda-feira, 28 de maio de 2018

Apreciação crítica do filme "Uma Canção para Ti"

Os alunos envolvidos no projeto "EnvelhoSer LivroMente" têm refletido criticamente sobre os filmes que têm vindo a visionar no âmbito do projeto. Deixamos aqui algumas das reflexões de alunos do curso Técnico Auxiliar de Saúde (TAS 15) a propósito do filme

      Uma Canção para Ti

Catarina Machial:

    "Uma canção para ti”, transmitiu-me que devemos sempre demonstrar os nossos sentimentos em todos os momentos e não só quando perdemos as pessoas.
     Este filme deu-me ainda mais certezas de que trabalhar com idosos, é uma profissão muito gratificante pois, podemos torná-los e ajudá-los a serem ainda mais felizes e a sentirem-se úteis e a poderem realizar os seus sonhos nos últimos anos da sua vida.

Inês Salvado:

      Na sua globalidade gostei do filme todo, mas gostei particularmente da parte final, onde o senhor só conseguiu dar valor à esposa quando ela partiu. Por vezes é assim mesmo que acontece, queremos ser tão autênticos, tão nós, que não nos conseguimos entregar a outro alguém, talvez devido a um passado perturbador mas…
     Quando a vida nos leva ao último pôr-do-sol, então entendemos se amámos, rimos, vivemos, ou se esta jornada, de nada valeu.

Sara Gonçalves:

      Neste filme, o que eu gostei mais foi o facto de que, a Marion, apesar de saber que tinha uma doença terminal, aproveitar todos os momentos e fazer algo que sempre quis, participar na competição de coros.
       Este filme serve para refletirmos que devíamos aproveitar cada momento da vida, porque a qualquer momento podemos ter uma surpresa menos boa.

Ana Inês Amoreira Bento:

     Na minha opinião, este filme retrata como devemos levar a vida quando sabemos que temos uma doença terminal irreversível, pois a alegria de Marion permaneceu sempre em todo o filme. Mesmo quando os outros se abalam, por vezes, quem está na pior situação é quem mais mantém a felicidade.
   “As pessoas que passam pelas piores situações, são as mais alegres.”
   Uma mensagem que acho que o filme passa é que devemos ter e demonstrar sempre felicidade e aproveitar a vida a fazer o que mais gostamos e ao lado de quem amamos. Nunca nos devemos esquecer que “somos todos pó de estrela” e como tal, devemos viver como estrelas, brilhando.

Viviana Andrade:

     É um filme em que o amor prevalece apesar de não o demonstrar regularmente, o sofrimento é ultrapassado em silêncio e onde os sentimentos são cantados.

Catarina Santos:

     Marion é uma senhora que tinha cancro, que tinha meses de vida e quis aproveitar ao máximo fazendo aquilo que ela gostava. O seu marido adorava-a mas estava um pouco revoltado, não mostrando o amor que sentia por ela, apesar de Marion saber que ele a adorava.

Camila Henriques:

     É um filme que retrata a vida de um casal, onde a mulher, Marion, é vítima de uma doença que não a deixa viver por muito mais tempo.
Apesar de esta doença ter bastante influência no quotidiano do casal, Marion nunca deixa de se preocupar com os que a rodeiam, nem deixa de fazer o que a faz feliz, como cantar e divertir-se com a sua neta.
Marion não perde a vontade nem a força de aproveitar os seus últimos dias de vida, sempre com a sua felicidade e de aproveitar todos os minutos da sua vida.

Afonso:

      O que mais me tocou no filme foi a forma de o homem de Marion nunca a ter deixado e sempre cuidar bem dela e nunca ter desistido dela. E, também me tocou muito na altura em que ele se junta ao coro, “substituindo” a sua falecida mulher.

Carolina Pinto:

     Este filme transmitiu–me vários sentimentos, fez–me emocionar quando Marion pediu ao seu marido para sorrir novamente, não por palavras, mas sim através de uma canção.
     Outra das coisas que este filme me mostrou, foi que, mesmo quando sabemos que estamos a morrer, não devemos refugiar-nos na dor, mas sim nos amigos, na família e em todas as coisas que mais gostamos, porque, no final de tudo, o mais importante são sempre as pessoas que deixamos cá.

Ana Raquel Afonso:

Este filme demostrou que devemos sempre valorizar aquilo que temos, enquanto for nosso, porque, de um momento para o outro, podemos perder tudo aquilo que nos pertence.
Também transmitiu que não devemos ser tão duros connosco mesmos, pois toda a gente tem o direito de errar e falhar.
Relativamente a Marion, tenho a dizer que foi uma senhora bastante corajosa e inspiradora, pois, mesmo sabendo que tinha os seus dias contados, nunca deixou de fazer e viver o que mais gostava de fazer.
Uma frase que descreve o filme é “Temos de nos levantar todos os dias e dizer sempre eu consigo”.

Catarina Ramos:

      Na minha opinião, o filme transmitiu um pouco a forma como cada um lida com a perda de alguém mais próximo.
     Gostei bastante do filme e com este aprendi algo, o que me levou a pensar um pouco na forma como as simples coisas da vida podem mudar em poucos segundos. E que existe sempre amor e dor em todos nós, ninguém consegue passar uma vida sem amor.

Luísa Araújo:

   Resumidamente, numa frase em relação ao filme, pode dizer-se: ”mesmo que a tua dor seja superior a tudo, tenta enfrentar os obstáculos e nunca desistas do que nos faz felizes”.
   Com este pensamento de vida, podemo-nos considerar pessoas felizes.

Ana Neves:
     Gostei bastante do filme, mas a parte que me tocou mais, foi quando a Marion partiu e o seu marido ficou sozinho. Apesar de se integrar no coro, tinha pena dele por passar algum tempo sozinho em casa, mas foi forte em conseguir dar apoio à sua mulher perante a sua doença.

Sofia Almeida:

O que mais me tocou no filme, foi o facto de Marion ter um problema grave e superior ao das vidas das pessoas à sua volta e, apesar disso, continuar a preocupar-se com os que cá ficam.

Inês Fernandes:

O que mais me tocou:
- O quanto o casal se amava e, apesar de o marido não o demostrar por palavras, tinha aqueles atos que mostravam o quanto ele amava a sua esposa e a falta que ele iria sentir dela.
- A coragem de Marion  que, mesmo sabendo que ia morrer, não tirou o sorriso da cara, olhando sempre de forma positiva para as coisas.
- O marido que só quando a sua mulher morreu, conseguiu demostrar, de outra forma, o que sentia não só por ela, como pelo filho de ambos, com o qual ele não tinha uma relação próxima.

Mas, no final, conseguiu a reaproximar-se e demonstrar o quanto amava o filho.  

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