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domingo, 29 de janeiro de 2023

Dia Internacional em Memória das Vitimas do Holocausto

Os alunos de História A da Prof.ª Ana Brioso,  refletiram sobre o tema, no dia em que se assinala a Memória das Vítimas do Holocausto, depois da visualização de alguns documentários online, conforme sugestão da DGE. Depois, os alunos, voluntariamente realizaram e produziram este pequeno filme. Obrigado alunos e professora.

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2022

27 de janeiro: Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto

"No dia 27 de janeiro, foi realizada uma visita de estudo a Vilar Formoso e Belmonte, no âmbito das disciplinas de História A e Psicologia B. É preciso lembrar o Holocausto e assinalar os 80 anos sobre os salvamentos de Aristides de Sousa Mendes, de milhares de homens, mulheres e crianças, muitos deles judeus. Lembrar a História para não repetir."                                                                                                                      [Ana Brioso, docente da equipa da biblioteca]

 Vale a pena ler esta reflexão de uma aluna nossa.

"Esta visita permitiu-me saber mais sobre um tema que me desperta bastante interesse, o caso do Holocausto e, todas as vezes que descubro algo, choco-me ainda mais por ver o quão o ser humano pode ser aterrorizante e maldoso.

Tenho uma grande admiração por aqueles que ajudaram estas pessoas, e saber que perto da minha zona existiram atos de amor e solidariedade para com estes inocentes marca-me bastante no sentido positivo, e é um grande motivo de orgulho que eu ainda desconhecia. Fiquei a saber muito mais sobre a situação dos refugiados da época da II guerra mundial, mesmo sendo diferente dos de hoje, abriu-me os olhos e o interesse por estas pessoas e para as ajudar o quanto possa, de forma a evitarnovos atropelos aos seus direitos.

O caráter informativo e consciencializador desta atividade é algo que deve ser cada vez mais propagado, para evitar a formação de mentalidades “ignorantes” e manipuláveis, pois a informação é a maior arma que podemos ter, e a falta dela não nos permite defender “os nossos e os outros” do mal que querem instruir.

Para além disso, esta atividade despertou em mim algo diferente, como a necessidade de agir em prol do bem na nossa sociedade e proteger os que estão mais suscetíveis a ser alvos do ódio. É importante relembrar e não esquecer… para que não volte a acontecer.

A data escolhida não podia ter sido a melhor, visto que se celebrava nesse exato dia o Dia Internacional das vítimas o Holocausto. Desejo que esta data seja sempre comemorada respeitosamente e difundida por anos, com acesso à informação que advém deste acontecimento para que jamais se repita futuramente. Espero que mais pessoas tenham

acesso ao verdadeiro significado deste dia e que se informem cada vez mais sobre este acontecimento, de forma a saber detetar sinais de ódio e racismo nos discursos que se ouvem por aí, para que não caiam de novo em falsas promessas e não usem alguma “raça” como “bode expiatório” da raiva e ódio que provém da ignorância e maldade.

Esta data é marcada por um sentimento de perda muito grande, e deverá ser eternizada para ser relembrada ao longo da história. O assunto deve ser tratado com o horror que aconteceu, para que seja visível a todos o massacre e o ódio que resultaram no genocídio do povo judeu, visando abrir os olhos de todos à crueldade destes atos para que jamais sejam repetidos em hipótese alguma."

                                                                                                                  [Margarida Fernandes do 12LH]



sexta-feira, 19 de novembro de 2021

Recriação artística da obra "O Mágico de Auschwitz", de José Rodrigues dos Santos

É tão gratificante quando nos são apresentados trabalhos destes! O Alexandre do 10ºCT2 recriou em 3D Auschwitz, a partir do livro que apresentou a português, O Mágico de Auschwitz, de José Rodrigues dos Santos. Ficou espetacular! Parabéns, Alexandre!






terça-feira, 9 de novembro de 2021

Dia Internacional Contra o Fascismo e o Anti-Semitismo

Celebra-se hoje o Dia Internacional Contra o Fascismo e o Anti-Semitismo, data que se refere à noite do dia 9 de novembro de 1938, que ficou conhecida como a "Noite de Cristal" e como o início de um dos episódios mais sombrios da história da humanidade: o Holocausto. Não quisemos deixar de sugerir a leitura de alguns dos livros, que temos na biblioteca, sobre esta temática.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Nunca Esquecer

Celebram-se hoje os 76 anos da libertação do Campo de Concentração e Extermínio Nazi de Auschwitz-Birkenau pelas tropas soviéticas em 1945.

Nestes campos de horror foram assassinadas mais de um milhão de pessoas, entre judeus, ciganos, homossexuais, pessoas com deficiência, testemunhas de Jeová, criminosos reincidentes, ativistas, comunistas, civis soviéticos, prisioneiros de guerra, civis polonenses, entre outros. Foram mortas pela fome, doença, fuzilamentos, tortura, experiências maquiavélicas, câmaras de gás...

Em memória de todas as vítimas do Holocausto, é necessário "nunca esquecer para não repetir", e para que se combatam todas as formas de discriminação e de violência.

Temos, na nossa biblioteca, vários livros sobre a temática, que poderão requisitar. Estes são só alguns deles:

quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Nunca, mas nunca esquecer

 Ainda a propósito da conferência "Nunca Esquecer - Em Memória do Holocausto" a que alguns alunos assistiram no passado dia 29 de outubro, a Mafalda Adão, do 11CSELH escreveu o seguinte texto:

        UMA REFLEXÃO SOBRE A IMPORTÂNCIA DE RELEMBRAR O HOLOCAUSTO E O PASSADO DO MUNDO

Entre 1941 e 8 de maio de 1945, ocorreu no mundo, com principal foco na Europa, um período designado como o Holocausto que ficaria relembrado na história como Shoá, que em hebraico significa “a catástrofe”. Foram apenas necessários menos de cinco anos para que seis milhões de judeus desaparecessem da face da Terra juntamente com outras minorias, como ciganos, deficientes físicos e mentais e homossexuais, e opositores políticos ao Regime Nazi instaurado por Adolf Hitler, líder do Partido Nazista, na Alemanha.

Atualmente, quando somos perguntados sobre o século XX, a primeira coisa que vem às nossas mentes é o genocídio de mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus. Foram estas as pessoas que contra a sua vontade foram colocadas em Campos de Concentração, onde eram submetidos a trabalho escravo até morrerem de fome ou de doença. Muitos outros também foram fuzilados ou transportados para campos de extermínio para virem a falecer em Câmaras de gás.

Apesar de todos os factos históricos, evidências e testemunhos sobre estes acontecimentos, porque é que ainda existem pessoas que negam estes factos? Será que apesar de sabermos a veracidade dos acontecimentos devemos apenas esquecer da sua existência? Esquecer este passado que deixou uma cicatriz profunda na Europa e no mundo?

Em resposta a estas perguntas a União Europeia em 2007, criou a lei que pune com prisão quem negar o Holocausto e a ONU declarou em 2005, o dia 27 de janeiro como o Dia Internacional da Lembrança do Holocausto, por ser o dia em que os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz foram libertados.

No entanto, apesar de estar medidas serem tomadas parece que a maioria dos jovens não sabem ou que não se interessam pelo que realmente aconteceu durante o período do Regime Nazi. E porque é que isto acontece? A verdade é que a mentalidade das pessoas jovens é “não sou responsável pelos acontecimentos dos meus antepassados e por isso eles não são importantes para mim”. Na minha opinião, em parte concordo com esta mentalidade, pois não devemos ser julgados segundo ações que não foram tomadas pela nossa própria pessoa, mas ao mesmo tempo não devemos esquecer os acontecimentos passados.

Recentemente, a intolerância e os crimes xenofóbicos, homofóbicos, entre outros, parecem ter aumentado. Então, como é que será que podemos combater o aumento destes comportamentos preocupantes na sociedade? A resposta não podia ser mais óbvia, olhar para o passado e refletir em como poderemos ser afetados se as mesmas ações forem repetidas. Pois querendo ou não, são os fatores do passado que moldam o presente e o futuro, e somos nós que ao presenciar as consequências sofridas ao longo da história do mundo, que temos o poder para parar para refletir e mudar o que poderá se tornar um futuro trágico. Temos como exemplo, a criação dos Direitos Humanos, que viriam a ser criados após o fim da Segunda Guerra Mundial para promover a paz e prevenir futuras guerras. Mas apesar de as duas guerras mundiais serem o principal fator para a sua criação, não foram só elas que contribuíram. A colonização, escravização, racismo, antigas guerras, etc., foram fatores igualmente importantes.

Eu como jovem cidadã que sou e que constantemente sou relembrada dos erros e dos grandes feitos não só do meu povo, como também do ser humano ao redor do planeta e ao longo de séculos, quero que todos se recordem que os seres humanos que somos hoje, não refletem os que eramos há séculos ou apenas há dezenas de anos atrás. Evoluímos através de descobertas passadas e de documentos que nos foram deixados por gerações passadas para que o conhecimento e vivências antigas fossem relembrados. Assim, da mesma forma que recordamos as coisas boas da nossa história temos de assumir as más, e apesar de não devermos ficar obcecados com o passado, não vamos deixar que as heranças deixadas apenas voem com o vento como se fossem meras folhas de papel que em nada contribuíram para o que somos hoje.

[Mafalda Adão, 11CSELH]

"Holocaust" by Vince Alongi is licensed under CC BY 2.0

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Hoje é dia de lembrar os Julgamentos de Nuremberga

Realiza-se hoje em Coimbra a Conferência “NUNCA ESQUECER – Em Memória do Holocausto”. Fica também patente ao público uma exposição associada ao evento.

Pelas 15 horas realizar-se-á, no salão Nobre do Tribunal da Relação de Coimbra, a conferência sobre “Os 75 anos dos julgamentos de Nuremberga” e “Aristides Sousa Mendes”, que contará com a intervenção de vários oradores, nomeadamente o neto do cônsul de Bordéus e uma intervenção gravada da Dra Esther Mucznik. A Conferência encerrará com momento musical.

Será realizada a transmissão em direto da conferência no Canal 1 da JustiçaTV, através do link https://www.justicatv.com/2018/directo.php?id=1197

Foto: https://sgmj.justica.gov.pt/Noticias-da-SGMJ/Conferencia-NUNCA-ESQUECER-Em-Memoria-do-Holocausto

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