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segunda-feira, 6 de março de 2023

ALUNOS PARTICIPAM NA COMEMORAÇÃO DOS 75 ANOS DO MUSEU ARQUEOLÓGICO DO FUNDÃO

"No dia 24 de fevereiro, celebraram-se os  75 anos do Museu Arqueológico do Fundão, com a inauguração, no mesmo Museu, de uma exposição intitulada "75 ANOS DE VIDA 40 MIL ANOS DE MEMÓRIAS DO TERRITÓRIO". Alunos do 10º LH1, LH2 e 9º C assistiram à apresentação da exposição, visitaram-na, e ainda tiveram a possibilidade de revisitar os espaços do Museu. A mostra apresenta os principais momentos da história desta instituição ao longo dos 75 anos da sua existência. Os alunos puderam reconhecer o papel de José Alves Monteiro na criação deste Museu, organizando-o e contribuindo para o aumento do seu acervo e do conhecimento e estudo do património cultural do concelho. Os alunos estão reconhecidos a toda a equipa técnica do Museu no seu trabalho de proximidade com a escola, a comunidade e a sociedade em geral, porque é uma equipa que de forma incansável investiga, coleciona, preserva, interpreta e expõe o património material e imaterial do nosso concelho. Parabéns!"

                                                                                                                             [Ana Brioso]



sexta-feira, 3 de junho de 2022

Manuel Guilherme de Almeida - um alfaiate do Fundão

A professora de História A, Ana Brioso, quis promover, com os seus alunos,  a relação da escola com a cidade e, simultaneamente, contribuir para a Educação para o Património local e regional. Foi por isso que levou os seus alunos a visitar a exposição que está patente na Moagem - Cidade do Engenho e das Artes - para homenagear o destacado alfaiate Manuel Guilherme de Almeida, natural do concelho do Fundão.
Os alunos foram encorajados a escrever um texto que descreve a sua experiência nesta visita e que publicamos em seguida. Obrigado, professora Ana e obrigado alunos pelo vosso contributo.


No dia 02/06/2022, no âmbito da disciplina de História A, visitámos a exposição atente na Moagem Cidade do Engenho e das Artes, que homenageia Manuel Guilherme de Almeida, alfaiate de profissão e um dos fundadores do partido comunista Português. A exposição tem curadoria de Pedro Novo, Diamantino Gonçalves e Isaura Reis.

Manuel de Almeida nasceu em Janeiro de Cima no Fundão, e muito novo viaja para Lisboa onde termina o ensino primário, não prosseguindo estudos por questões económicas, iniciando-se então como aprendiz de alfaiate, arte pela qual se apaixonou tornando-se rapidamente mestre de alfaiataria. Convicto nas suas crenças não poupou esforços para lutar pela liberdade e dignidade, promovendo a revolução dos cravos que decorreu mais tarde na madrugada de 1974. Em 1934 funda a Academia de Corte Geométrico, onde chega a ensinar a sua maestria. Inicia a sua atividade de associativismo profissional na Associação Fraternal da Classe dos Operários Alfaiates de Lisboa, e a partir de então vê a sua vida cheia de episódios de confrontos e detenções com privações e tortura, como por exemplo, a 26 de agosto de 1931, que ocorreu por ser considerado suspeito de envolvimento em tentativa revolucionária, tendo sido deportado para Timor, chegando então a estar detido nove vezes, contabilizando assim um total de oito anos de prisão. Apesar de uma vida atribulada nunca se dissociou dos seus ideais, e junto de outros funda em 1921 o partido Comunista Português, onde internamente adquire grande importância, chegando a fazer parte do Socorro Vermelho Internacional apoiando então diversos presos políticos, vítimas da repressão do regime Salazarista durante o Estado Novo.

Na nossa opinião, achamos que a exposição foi muito interessante, pois ficámos a conhecer mais uma figura ilustre do nosso concelho. Pensamos que a exposição estava bem organizada e continha elementos pertinentes que ilustravam a vida e a obra de Manuel Guilherme de Almeida, como por exemplo, a casaca de fino corte, desenhada pelo próprio para uma festa.

Também apreciámos o facto da informação estar clara e sucinta pois foi de fácil leitura e compreensão uma vez que permitia que circulássemos entre os vários expositores o que tornava a mesma mais interessante e dinâmica. Estavam também expostos, alguns materiais do Estado Novo para ilustrar a perseguição política e as consequências sofridas por aqueles que se opunham ao regime de Salazar.

Achamos bastante interessante o facto de, mesmo sendo um potencial alvo de silenciamento e perseguição por parte das instituições de repressão do regime, chegou a transformar o seu local de trabalho num abrigo à clandestinidade política. Para além disso mostrou-se uma figura resiliente e convicta nas suas crenças, lutando constantemente pela liberdade e pela dignidade, tanto dos seus parceiros de trabalho quanto do povo português em geral, desejando por um país livre onde todos pudessem exercer livremente os seus direitos.

Para concluir, foi uma experiência muito interessante pois conhecemos uma nova personalidade distinta a nível nacional e local, uma vez que é nosso conterrâneo e participou ativamente nas novas conquistas que o povo português conseguiu alcançar através da revolução mais importante do nosso país, dando-nos os direitos que hoje temos e conhecemos, mas que cada vez mais se encontram em perigo e que esperamos não caiam no esquecimento.

[Diogo Garcia, João Gonçalves e Margarida Fernandes, 12ºLH]




sexta-feira, 29 de abril de 2022

Da Guerra Colonial ao 25 de Abril

Nas comemorações dos 48 anos da Revolução do 25 de Abril, a docente Ana Brioso, em articulação com a Biblioteca Escolar, organizou a realização da conferência "Da Guerra Colonial ao 25 de Abril" que contou com a presença do Professor Casimiro Santos e do Enfermeiro de guerra Pedro Taveira. A conferência teve como destinatários principais dos alunos de História A do 12º ano que nos enviaram as seguintes apreciações. Obrigado alunos e parabéns à docente por esta iniciativa.

 

«Este ano, para marcarmos o nosso 25 de abril, data tão importante e significativa para o nosso país, ocupámos a aula de história do dia 26 de abril de 2022 com uma palestra proposta pela professora Ana Brioso, em articulação com a BECRE. A professora convidou Pedro Taveira, autor do livro “Enfermeiro de Guerra - Evacuações na frente de combate debaixo de misseis” e o professor Casimiro Lopes que se propuseram relatar-nos um pouco das suas vidas, visto que viveram o memorável dia 25 de abril de 1974 e parte desta transição do período da Ditadura para a aplicação da regra dos 3 D´s: Democratizar, Descolonizar e Desenvolver.»
Diana Raposo, 12º LH

«Começámos por ouvir o professor Casimiro Lopes que nos fez uma abordagem mais teórica, intercalando com a sua experiência durante a época. Contou-nos que anteriormente à revolução, a vida era ainda mais dura do que pensávamos… muitos pais eram obrigados a abdicar do desejo de permitir que os filhos obtivessem instrução, o que felizmente não se verificou no caso de ambos, porém foi uma decisão árdua, necessitando de se deslocar para poder fazer os estudos. Como uma pessoa do meio rural, contou-nos que as dificuldades que se sentiam eram ainda maiores nestes casos, devido à impossibilidade de contactar recorrentemente com a família e porque a vida rural era muito diferente da vida urbana. A parte mais interessante, para mim, foi o seu contributo na revolução, que apesar de ter sido singelo, é de uma enorme emoção. Fora informado no seu batalhão que os representantes e seguidores do MFA se moviam em Lisboa, aplicando o golpe que marca até hoje os nossos dias, ditando o fim de um regime autoritário e totalizante de 48 anos, iniciando a política dos 3 D’s que permitiu a partir da Junta de Salvação Nacional, iniciar a democratização, descolonização e desenvolvimento de Portugal, que vivera silenciado e reprimido por quase cinco décadas. Naturalmente, sentiu-se feliz pela libertação do povo, pela nova fase do país e também por não ter sido direcionado ao território Africano onde teria de lutar “pela pátria”. Conta-nos os desafios do pós-golpe, os quais já estudamos em História A, como as expropriações, o incremento da via mais radical ligada à esquerda-comunista que de certo modo nos aproximaria do modelo da união soviética, mas não só… abordou também a melhoria de condições de vida dos operários, das mulheres e do povo como um todo, que mesmo passando por um caminho sinuoso, se via finalmente livre e possuidor de um olhar reivindicativo e progressista.
Seguiu-se então o enfermeiro Pedro Taveira, que nos contou um pouco sobre a sua jornada antes mesmo de ir para o território de guerra. Na sequência, destacou alguns episódios que o assustaram em território africano e mostrou-se incomodado com a situação que vivemos atualmente entre a Ucrânia e Rússia, pois sabe e conhece de perto como é um cenário de guerra, mostrando-se de certo modo inconformado com tudo aquilo que se está a passar no mundo. Contou que viver um cenário de guerra é aterrorizante e constantemente se vive em preocupação e stress. Destacou ainda o papel de uma mulher francesa que iniciou o processo designado por “enfermeiras de guerra”, destacando que o papel da mulher também foi importante no resgate de feridos, porém não valorizado e inferiorizado. Além disso, conta-nos alguns dos seus medos e traumas, que para além do óbvio, conta-nos que ao sentir que o seu avião era atacado, começou a ter medo de voar e partir para os resgates que realizava dia após dia. Conta-nos também a história aterrorizante de quando ouviu mísseis por cima dele e dos seus acompanhantes, e do cenário catastrófico e funesto que via ao sobrevoar o campo de guerra, procurando por feridos, que muitas vezes já se encontravam tão debilitados que se lamentavam por nunca mais voltarem a ver os seus, sabendo que ali seria o seu fim.
Ambos se mostraram abertos a questões e foram bastante simpáticos com os alunos, e foi por isso que gostei tanto desta conferência, pois são “documentos históricos” que se encontram vivos e que não tiveram receio de partilhar as suas experiências connosco, e agradeço bastante por isso. Compartilharam também as suas opiniões sobre o que ocorre nos dias atuais, em Portugal e na restante Europa, mostrando-se alarmados com a situação. Nunca devemos esquecer da luta daqueles que hoje nos garantem a liberdade e nos permite viver em democracia.
Após a conferência, dirigimo-nos à Biblioteca Municipal tendo sido recebidos pela Dra. Dina Matos, que nos guiou a uma exposição de livros proibidos pelo Estado Novo através da censura, falou-nos do papel da revolução e que dimensão atingiu no Fundão e na região, mas também nos mostrou inúmeros exemplares do Jornal do Fundão dessa época, até mesmo os que estavam censurados com o “lápis azul”. A exposição das “3 Marias" também me chamou bastante a atenção, visto que o papel da mulher sempre foi importante porém ainda mais censurado, e com o 25 de abril, obtivemos finalmente direitos que nunca nos deveriam ser recusados.
Em suma, o dia 26 de abril foi uma continuação da comemoração do nosso querido 25 de abril, e foi um dos momentos mais bonitos que passei na escola, porque realmente me enriqueceu bastante. Adoraria poder contactar com ainda mais pessoas que possuam este tipo de experiência, pois é sempre algo que me desperta curiosidade e que nunca devemos esquecer, de forma a valorizar sempre os esforços que estão por trás da (nossa) democracia e que, infelizmente, está a perder lugar em alguns países.»
Margarida Fernandes, 12º LH
 
«Senti que esta palestra me aproximou da Revolução. Penso que a descrição e o relato das vivências de forma tão pormenorizada resultaram nisto mesmo, o que para mim me agradou bastante.
Os testemunhos de quem viveu realmente na guerra e tentou socorrer os feridos, fez-me ficar ainda mais pensativa em relação ao que se passa na Ucrânia, que nos está tão próxima e já dura há tanto tempo.»
Rita Matos, 12º LH
 
«No final da palestra as turmas deslocaram-se até à Biblioteca Municipal onde a diretora, Dra. Dina Matos nos mostrou uma exposição com alguns dos livros que foram censurados durante a ditadura e o motivo dessa censura por parte do “ lápis azul”. Para além de livros pudemos ainda folhear algumas páginas do Jornal do Fundão da mesma época e observar as notícias e os títulos que eram considerados “inapropriados” e que depois de censurados, deveriam ser substituídos, grande parte das vezes por anúncios que os jornais tinham já preparados como forma de “tapar os buracos “ que o lápis azul deixava nas suas páginas.»
Carolina Falcão, 12º LHAV

«A forma como pudemos comemorar o 25 de abril foi muito interessante e de elevada importância para o desejado perfil do aluno. Tendo sido o primeiro dia que pudemos retomar no espaço escolar o não-uso da máscara, intensificou esta ideia de LIBERDADE e quanto a mesma é importante na vida de todos nós.»
Diana Raposo, 12ºLH

sexta-feira, 25 de março de 2022

Alunos do 12ºLH falam sobre a sua participação no XXVI Congresso Internacional de Antropologia Ibero-Americana

Alunos do Agrupamento de Escolas do Fundão no  XXVI Congresso Internacional de Antropologia Ibero-Americana   

No dia 24 de março de 2022,  desafiados pelo Museu Arqueológico do Fundão  o AEF participou no XXVI Congresso Internacional de Antropologia Ibero-Americana, subordinado ao tema – TERRITÓRIOS. MIGRAÇÕES. FRONTEIRAS. a decorrer entre os dias  22 e 25 de março no espaço da Moagem. Trata-se de um congresso internacional transatlântico de elevado interesse académico e científico, com a intervenção de  várias investigadores locais, nacionais e internacionais, tendo sido dada ênfase ao tema das  As migrações.

A primeira parte da conferência consistiu na apresentação de um trabalho intitulado “Agrupamento de Escolas do Fundão – Uma Escola Aberta ao Mundo” dinamizada pelas nossas colegas, Alice Alvo, Ana Teixeira, Maria Dixo e Rita Mesquita, alunas das duas turmas de Línguas e Humanidades de 12º ano. A comunicação resultou de um trabalho de investigação a partir de dados oficiais em diversas fontes locais (município e AEF) e  também da recolha de dados de caráter mais  pessoal a partir de entrevistas aos alunos da escola e aos chegados à escola sobre os movimentos migratórios que atualmente se vêm concentrando no município do Fundão, visto que somos uma terra de acolhimento que se mostra muito disposta a receber estas pessoas e inseri-las na comunidade fundanense.

Referiram informações a nível do Município mas principalmente da nossa Escola, que com 85 alunos imigrantes, se mostrou sempre disposta desde o início a melhorar e a facilitar a sua inserção no meio escolar e na  nossa comunidade, investindo principalmente na aprendizagem da língua portuguesa, mas fornecendo apoios sociais através de vários recursos e  projetos, destacando a  “Escola amiga dos Direitos Humanos”, “Bem Vindos à Escola” e “Projeto Ser Solidário”  que propõem atividades que  visam promover o acolhimento e facilitar o processo de inserção dos alunos recém-chegados à escola, o que os ajuda a compreender melhor o novo ambiente cultural em que vivem, onde as suas necessidades são ouvidas, sentindo-se acolhidos em meio desconhecido.

Ver as minhas colegas foi um grande orgulho pois destacaram-se, de facto, no que diz respeito à elaboração deste  trabalho, mas também pela sua ação como alunas voluntárias em todas as ações solidárias que enumeraram e nas quais também se inserem, inspirando cada vez mais outros alunos e pessoas da comunidade a prestar atenção ao que nos rodeia e a agir em prol do outro, incluindo-o e aceitando-o.

No final da apresentação, a Professora Maria Beatriz Rocha Trindade, professora catedrática e fundadora do Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais na Universidade Aberta, também se mostrou sensibilizada pelo trabalho apresentado, subindo ao palco para enaltecer este trabalho, destacando os projetos de cariz social que se desenvolvem na nossa escola e toda a ajuda que estes disponibilizam para a inserção dos alunos em mobilidade.

A conferência prosseguiu abordando os temas: “A emigração portuguesa contemporânea: entre a “velha diáspora e as mobilidades globais” por Jorge da Silva Macaísta Malheiros proveniente do Instituto de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Lisboa e “La Hacienda de los Posibles" por Natasha Prévost, que abordava temas referenciando as alternativas ecológicas, sociais, culturais e económicas que devem ser adquiridas pelo agravamento das alterações climáticas, e a necessidade de mudar o rumo e atenção que facultamos a este tema tão importante mas pouco valorizado.

O último tema da manhã foi apresentado pela antropóloga-investigadora Natasha Prévost, que nos trouxe um tema de vasta importância nos dias de hoje: as alterações climáticas, as suas consequências e a forma como mudam a nossa sociedade a nível global, oferecendo também soluções concretas através do seu projeto “La Hacienda de los Posibles” que se situa e se centra no território de Granada em Espanha. Revelou que, por conta das alterações climáticas se estarem a agravar, mais catástrofes naturais acontecerão e mais migrações se realizarão e que  se a crise climática não for rapidamente mediada pelos Governos de todo o mundo, dará origem a problemas irreversíveis e insolúveis: ”Cambiamos o desaparecemos”. Devido a este agravamento, mais movimentações humanas se verificarão, porém, serão realizadas com mais dificuldade, uma vez que as tendências de extrema-direita estão cada vez mais presentes no território europeu, o que dificultará todo este processo e a luta por uma vida nacional mais ecológica.

Pela primeira vez estive presente num Congresso Internacional que nos foi facultado pela professora Ana Brioso, contribuindo para a minha formação pessoal e cultural por todas as informações que adquiri, pelo que  gostaria de frequentá-los assiduamente um dia.

                                                                                         [Margarida Fernandes, 12 LH]

Achei bastante interessante a possibilidade de a minha turma ir assistir a um congresso, ainda por cima de um tema que me interessa bastante, pois pessoalmente nunca tinha estado num ambiente de um congresso internacional e assim fiquei mas conhecedor de como funciona este tipo de encontros.

Gostei bastante da apresentação das colegas pois, fiquei a saber mais como é que a escola que frequento ajuda a inserir as pessoas que chegam, principalmente o facto de contratarem profissionais especializados para ajudarem estes alunos, como por exemplo os professores de português língua não materna, que ajudam estes novos alunos a cumprirem o seu percurso escolar. Apreciei bastante o pequeno vídeo que as colegas apresentaram onde fizeram várias perguntas a várias pessoas que fazem parte da escola sobre opinião sobre as pessoas que chegam ao Fundão e mais propriamente que vão para a nossa escola e que escolhem o Fundão para viver e o Agrupamento de Escolas do Fundão para estudar e deixa-me extremamente orgulhoso saber que estudo numa escola que acolhe e ajuda este jovens a integra-se na escola, contribuindo bastante o projeto “bem-vindos” desenvolvido pela Dra Cátia Vinagre, como também, o Projeto Ser Solidário coordenado pela professora Ana Brioso, ou o Projeto Escola Amiga dos Direitos Humanos dirigido pela professora Catarina CrocKer. Outro aspeto que me deixa bastante contente é saber que a minha escola é mesmo muito solidária envolvendo-se bastante na recolha de bens para ajudar para ajudar quem precisa, como está a acontecer com o povo Ucraniano.

Outro aspeto que gostei bastante foi o facto de o congresso contar com a presença da professora catedrática doutora Maria Beatriz Rocha Trindade, pois particularmente para mim e para os meus colegas de Sociologia é uma pessoa que conhecemos, uma vez que no trabalho que apresentámos na aula falámos sobra ela chegando consultar obras dela e até a inserir um pequeno excerto da sua entrevista recentemente publicado no Jornal do Fundão

                                                                                                      [João Gonçalves, 12 LH]


segunda-feira, 14 de março de 2022

Conversa Aberta sobre Média e Democracia

Aconteceu no passado dia dez de março, no auditório da Biblioteca, uma conversa aberta dinamizada pelo Professor J.-M. Nobre-Correia especialmente dirigida aos alunos de História do 12º ano. Esta atividade, que designamos por Média e Democracia e que o nosso convidado intitulou “As andanças de um retornado”, abordou uma temática que nos é muito querida aqui na Biblioteca: a informação e a literacia de informação. Por isso a integramos no âmbito da Semana da Leitura que, como se recordarão, decorreu durante toda a semana passada.

Deixamos um pequeno filme que testemunha a atividade e partilhamos o registo elaborado por um aluno que se encontrava no auditório, o João Gonçalves, do 12º LH, que nos chegou através da docente Ana Brioso, promotora da realização da iniciativa.

Obrigado, Professor. Foi um prazer tê-lo entre nós e esperamos que possa vir a partilhar com os nossos alunos o seu saber e os seus pontos de vista ainda mais vezes.

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