Hoje não é quarta-feira, mas vamos muito a tempo de apresentar o Capítulo 4 do Livro de Aventuras do 7.º A.
Continuamos a seguir este grupo de amigos nas suas aventuras, mistérios por desvendar e um suspense que vai crescer a cada página.
Lembras-te do Capítulo 1? Queres relembrar como tudo começou? Então, espreita aqui. Também aqui poderás relembrar o Capítulo 2 e aqui o Capítulo 3.
Continua atento: todas as quartas-feiras, publicamos um novo capítulo.
Capítulo 4
Os mais audazes - Marta, Rafael e Leonor - levantaram-se de imediato e reuniram os restantes elementos do grupo que, em conjunto, decidiram procurar mais pistas na ENORME floresta. Os seis amigos combinaram, entre si, um pacto: não se separarem até ao fim desta aventura.
O mapa indicava que deveriam seguir para Norte e assim fizeram.
Margarida, sempre cautelosa e observadora, viu uma seta num tronco de uma árvore centenária, que definia a direção do grupo. O caminho ia-se tornando estreito e ascendente. Leonor avistou uma ponte movediça, sem alternativa de outro percurso. O grupo, cheio de coragem, formou uma corrente humana e, a passo lento, iniciou a travessia da ponte. Entretanto, surgem os primeiros sinais de nevoeiro. Não conseguiam perceber se o percurso estava a terminar em breve ou não. Inês levara a lanterna consigo. Então, ligou-a e o Tomás exclamou:
- Chegamos ao fim. Conseguimos!
- Que desafio árduo! - exclamou a Margarida.
- Mas conseguimos! - afirmou a Marta.
- Este foi, provavelmente, o nosso primeiro desafio, malta, e está superado! - disse Inês, festejando com os restantes amigos.
Com confiança absoluta nas capacidades do grupo, avançaram e cedo começaram a ouvir uma corrente de água. Tomás e Rafael foram os primeiros a chegar à beira do rio, onde encontraram duas pequenas e velhas canoas.
Bianca Brito

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