Há segredos que não deviam ser guardados... e histórias que têm mesmo de ser lidas.E o mistério adensa-se cada vez mais! 😱
Capítulo 2
Rapidamente pegaram na caixa e fugiram para a berma da estrada. Com mais calma, analisaram tudo atentamente. O mapa parecia ir dar ao fim da floresta; a chave, velha e enferrujada, tinha um formato peculiar e as seis crianças da fotografia pareciam exatamente eles quando eram mais novos.
- Somos nós! Como é que isto é possível?! – exclamou a Margarida.
De repente, aperceberam-se de que um certo carro tinha passado por ali vezes demais… podia ser coincidência…, mas não era! O Rafael reparou que os passos tinham voltado. Já não estavam seguros ali. As seis crianças desataram a correr e encontraram uma velha cabana, onde poderiam descansar um pouco. Quando chegaram, a porta estava trancada e não conseguiram entrar. Até que a Leonor exclamou:
- Tentem usar aquela chave esquisita que está na caixa.
O Tomás tirou-a da caixa, rodou-a na porta e, com um simples “clic”, a porta abriu-se. A cabana era fria, sombria e escura. Repararam que havia um bilhete sobre a mesa da cozinha, que dizia: “Com que então querem jogar o meu jogo! Cuidado!... Eu vou encontrar-vos.”
Autoria: Francisca Raposo, 7.ºA

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